Chega um momento da maturidade em que a gente se reconhece em todos os nossos defeitos, qualidades e características, vemos o que foi vão tentar mudar e de alguns erros até passamos a nos aceitar; parece uma evolução acima de um patamar comum de auto-conhecimento. Uma espécie de nirvana da autocrítica; mirante da existência.
Nos sentimos senhores do discernimento, diante dos percalços que estão presentes no nosso caminho, e quando olhamos para trás os que passaram nos causam interrogação... superação.
Dá um sentimento gostoso de segurança, confiança; autoconfiança, mas não auto-suficiência, e quando se olha para o mundo a fora, sentimos vírgula: a brincadeira está só começando.
E desconhecendo a coragem, apenas não sentindo medo, o peito sorri, abre uma casca e deseja se perder pelos mundos do mundo...
George Wandega
3:48 pm 17/07/2007 (em casa - Imbassaí)
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